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Lua Rosa Burra Poucos são os convidados para a ceia do Senhor Estou fazendo uma oficina de Clown com o Gaus. Pensando demais, meditando profundo e aceitando certas características e me libertando de outras. Ainda não consigo esclarecer o que se passa comigo. Na verdade nem quero. tenho todo tempo para fazer minhas descobertas, na verdade, mais que a eternidade. Eu só quero dizer que essa pequena aqui tem sindrome de filha única, perfeccionista, ansiosa e insegura só quer ser amada. De todas as maneiras.
Pequenininha. Do tamanhozinho de um Átomo de oxigênio ou hélio que Se expandiu e virou massa sem peso. Energia. Energia em potencial, de movimento, de momento... Um corpo de área mínima com força de todos lados. Pressão. Densidade desconhecida e fria, Planos irregulares. Atrito: Tempo e espaço e relatividade. Passo. Toda ação sempre ativa uma reação de mesma intensidade. Movimento uniformemente variado. Às vezes elípticos. Encontro ou estático. Pequenina. Massa desconsiderável na torta trajetória. Qual velocidade me guia? Total, acelero Passos. Acelero além. Mais.Horas, minutos, segundos, milési... Instante inicial . . . Gravitaciono. Faz calor e o volume continua baixo... Lá em baixinho. . . . . . Pequenininha, vejo o átomo mundo estelar. Escrito por Drika Escher às 20h53 [] [envie esta mensagem] Fui muito bem na prova da Unicamp. O tema não foi o que eu esperava, mas a prova estava interessante. Até demais... Por que eu gosto tanto de escrever? Alguém pode me responder? Quase não deu tempo de entregar a prova. Fiz uma redação linda, porém longa. Resultado: Só consegui passar no caderno de resposta metade dela. E agora estou com medo de ser anulada minha redação. Vocês podem imaginar isso?! Fiz uma narrativa poética sobre Pedro, o segundo, um moleque que queria ser piloto de avião por ver um teco-teco lançar inseticida na plantação de soja perto da roça da sua família. Com quinze anos, cansado de apanhar na lida e do pai, foi fugiu para São Paulo. Trabalhou em muito lugares e de muitas funções, mas o dinheiro não dava para nada. Se juntou a uns traficantes. O negócio prosperou, Pedro Segundo se tornou o Imperador da favela Grande Fazenda. O dinheiro do tráfico rendeu, não o suficiente para ele ser piloto. Então ele montou um plano, assaltou o aeroporto de congonhas e subiu num avião. Morreu do coração. A história é boa não?! Mas parei na parte "muitos empregos e pouca grana", na adolescencia dele, e o tema pedia para falar de como o meio de transporte influênciou na vida ADULTA. Rezem por Pedro Segundo. Rezem por mim! Escrito por Drika Escher às 20h24 [] [envie esta mensagem] |
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