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Lua Rosa Burra Eu quero mesmo é me acabr nessas festa de fim de ano! Não vou desejar feliz natal porque aposto que você não está grávida, então seria um erro tremendo. Desejo-lhe uma noite junta das pessoas que você ama e faz questão de festejar a união pelo carinho. Desejo-lhe boas conversas, presentes de coração, uma ceia com o prato que você esperou o ano todo para comer e mais, que você hoje saiba que não importa todas as adversidades ou diferenças, todo mundo se fode e é feliz!
Escrito por Drika Escher às 18h02 [] [envie esta mensagem] A ÚLTIMA DO ANO FESTA DO B
Venham todos! A balada vai ser bem legal, com a entrega de mais de 10 prêmios, banda de samba-rock e o melhor da arte pop trash do grupelho mais mimado de São Paulo! Escrito por Drika Escher às 23h49 [] [envie esta mensagem] O corpo é pouco, é quase nada. Apesar da felicidade de ter passado nas primeiras fases, sei que estou fudida e mal paga. Se alguém soubre química e estiver disposto a mededicar um tequinho de hora será muto bem vindo, assim como massagens e comidas leves e bem distintas de miojo. Esse ano de nerd é demais para qualquer porra louca. Agora, depois d aunesp voltei bêbada para casa com a Di e a Lalas, caí do ônibus e estou com um galo imenso na perna (se é que se pode ter galo na perna), pegamos metrô do lado errado, e ainda apareci no condomínio do Namorado da Lalas para me deparar com uns molequinhos estilo porta. O sarro é a melhor freqüência. Escrito por Drika Escher às 23h35 [] [envie esta mensagem] USP ou Unicamp, eis a questão. Shakespeare acertou muitas vezes em seus textos as maiores dúvidas e sentimentos da humanidade. Mas acho que ele desconhecia a dúvida de passar ou não, de poder escolher ou não a universidade. Esqueci o nome do autor, mas ele afirmava que Shakespeare descobriu a humanidade. Discordo. A humanidade se descobre a cada dia e finge que não vê. Um medo natural de conquistar a liberdade, por uma série de razões que suspeito que você já tenha enumerado algumas delas. Mas olha a piração outra vez. Estou falando esse monte de coisa porque eu não entendo nada, fiz um texto mediano, que ainda por cima ficou pela metade, com um final extremamente estranho: "...E foi o máximo que conseguiu." e alguém, sabe lá porque achou que aquilo valia a pena. É engraçado que sempre que eu penso estra fazendo algo de péssimo calão tem sempre um doido que gosta. Virgi Maria! TEm várias coisas fora da ordem, só a ordem que cisma em permanecer a mesma (mesmo uns bem-aventurados a renegando ferenhamente).
Arnaldo Antunes: Cultura O girino é o peixinho do sapo. O silêncio é o começo do papo. O bigode é a antena do gato. O cavalo é o pasto do carrapato. O cabrito é o cordeiro da cabra. O pescoço é a barriga da cobra. O leitão é um porquinho mais novo. A galinha é um pouquinho do ovo. O desejo é o começo do corpo. Engordar é tarefa do porco. A cegonha é a girafa do ganso. O cachorro é um lobo mais manso. O escuro é a metade da zebra. As raízes são as veias da seiva. O camelo é um cavalo sem sede. Tartaruga por dentro é parede. O potrinho é o bezerro da égua. A batalha é o começo da trégua. Papagaio é um dragão miniatura. Bactéria num meio é cultura. Ps: Sim, eu PASSEI na UNICAMP!!! Escrito por Drika Escher às 10h07 [] [envie esta mensagem] Credor Nacional para com a cultura e educação Apresentação do Bolinho no Vento Forte: >Sim, foi gostosa. Um monte de gente conhecida na platéia, inclusive meu pai. Aliás, meu pai é um ótimo crítico. Ele fala com toda a sinceridade de não querer ser amiguinho, conseguir aprovação ou mesmo se fazer de entendido no assunto. Ele fala o que vê e gosta do que se identifica. É ótimo. Ah Danilão, seu Odair seria um bom diretor! E fiquei feliz porque ele gostou da nossa cena. Está bem que ele não reparou na falta de ritmo e no esquecimento do sotaque nas últimas falas da cena do político. Também não viu que o Tiago tremia em baixo dessas alazãs, principalmente da que vos escreve. O que é bacana é apresentar um pouquinho do que estamos fazendo e acima de tudo, para mostrar para nós, bolinhos, que fzemos, e somos bom nisso na medida que podemos ser. Creio que 2005 foi um ano estranho e tumultuado, deixando muitos na beira da praia e milhares de feridos. Porém conseguimos permanecer juntinhos, e se assim estamos é porque acreditamos que podemos e devemos ir além. Eu amo vocês, e foi mal por todas as dúvidas que um dia tive em relação a nós. Foi um medo cuzão de quem ouvia mais o mundo do que a si mesma. 2006 promete!
São Jorge e José Joaquim Qorpo Santo: Eu andarei vestido e armado, com as armas de São Jorge. Para que meus inimigos tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me enxerguem, nem pensamentos eles possam ter para me fazerem mal. armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem ao meu corpo chegar, cordas e correntes se quebrem sem ao meu corpo, amarrar. ,Noel Rosa gravou, no distante ano de 1932, um samba com o seguinte refrão: ''Espera mais um ano que eu vou ver Vou ver o que posso fazer Não posso resolver neste momento Pois não achei o teu requerimento''... É que sempre fomos regidos por inextricáveis trâmites burocráticos e por toneladas de papéis, parecendo-nos mais com traças e baratas do que com cidadãos, o que não escapou à ironia mordaz e ao talento do Poeta da Vila. Nem do pessoal da Cia São Jorge. Um credor da fazenda Nacional.
Agora, notícias do vestibular.... 52 de 84 é bom, ruim, médio?... Eu perco noções nesses dias... Um mar de jovens estressados, com kits de água e chocolate nas mãos suadas, de espremendo para chegar até um lugar (que nem ao menos pode escolher) para ali ficar sentado em frente uma prova que menos mede sabedoria do que cartilhas ultrapassdas. Uma sacanagem! Ensino no Brasil é isso mesmo, uma metirada, patacoada. Eles fingem que estão fazendo o melhor e possível e nós fingimos que essa mereca que nós dão de esmola valem para alguma coisa. Isso tudo seria cômico se não fosse tão trágico. Milhares de pessoas competindo para entrar para um mercado (não se enganem, nossas universidades também possuem esse fim) desleal e desumano. Fiz minha parte lá, e às vezes me pergunto por que. Será que do lado de dentro dos muros de uma universidade eu posso fazer um algo mais ou farei como a maioria e esquecerei dos tempos em que me matava de estudar por um pouquinho de chance. Espero continuar com o objetivo de universidade pública e de qualidade para todos e que outros carreguem essa bandeira também. Acho que no fim de todos os anos fico mais pensativa, faço estas avaliações- que geralmente são péssimas -desconsiderando os fatores pessoais, porque no meio egoismozinho sempre tem lugar para muitas alegrias e realizações, afinal se eu lavo eu não cuzinho e se eu cuzinho eu não lavo...
Escrito por Drika Escher às 22h30 [] [envie esta mensagem] |
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