|
Lua Rosa Burra Vaga-lumes
saem do umbigo, redondo e profundo como o olho dele que me fere por tanta
verdade. Por que a poesia dele me retrata!? Eu, que nem sei dos lumes ou do
Numes. "Vendo a
alma pra o Diabo pra ver se a paixão me ferve os caminhos e clareia aquilo que
agora não consigo sentir. Vendo a alma e o coração. Danço com o coração em brasa
de inferno e queimo visceralmente meus gritos mudos. Viro cinza.
Vago por aí sem lume algum, sem juízo, tentando rir das coisas que não acho
graça e fazendo declarações em ui de uivos pra lua feito cão vadio. Vadio. Ando
pelas ruas bambeando as pernas, rodando as saia, fazendo versos de amor
pagão. Louca de tarô, sem destino pregado as
cartas..." E ele me diz
sobre o ferrão do amor. Do trem partindo e do amor com a mangueira. Diz do
hálito de pêra e febre confusa de tanto amor que chega a rasgar o peito e contar
100 mil estrelas no céu... Se o tema é de saudade eu... Faço que nem peixe em
água suja: me afogo no ar. São joão da-ra-rão tem
uma Escrito por Drika Escher às 16h14 [] [envie esta mensagem] |
||
![]() | ||