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Lua Rosa Burra




passarim

Do barro, como Deus, joão-de-barro constrói a morada. E depois, João, que acaba sua vida, pra quem fica a casa inabitada!? Será que outro passarinho qualquer se aproveita do dom de joão e rouba-lhe a casa oca? Ou será que outro João, invade a construção, com toda malícia de uma cigarra que toca... Será que o barro se desfaz, será que "Joões" não morrem!? Talvez o barro vire gente, contigente de meninos joões perdidos pelo mundaréu de cinzas ruas... Um punhado de meninos filhos de casas de passarinho piando de frio e asas cortadas.

Enfim, ninguém mais lê o que escrevo. Vou acabar, acho,com esse blog... Nunca há comentário, nem de elogio, nem de crítica, nem de nada...

Meus escritos serão casas de barro que abandonarei.

 

 



Escrito por Drika Escher às 16h56
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beber, questão de ideologia

Num mundo coisificado, onde as relações são circuntânciais e rasas, um trio de paladinos resolve se unir a favor de uma sociabilidade sincera. Através do contato verdadeiro dos indivíduos, em sua mais complexa profundidade, resgatar o conceito de Humanidade.

 Lá pá quarta-feira os eixos saem do lugar, e através da desordem retiram as máscaras sociais e deixam exaurir o estado de plenitude do ser humano.

Nossa Senhora da Lapa ( Socióloga Paulistana Boêmia - desde 503d.C. utiliza o tratamento "Nossa" devido a sua tese do ser humano universal que pertence a todas as coisas - "As Santas de Pau Oco" ed. pós-moderna, cap. 24 ao 44)

Dedicado a Paulinha Rosa e Felipinho Filhote, meus eternos amigos ideais.



Escrito por Drika Escher às 01h26
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